Leitura: os benefícios desse importante hábito para as crianças – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996.

Por Psicóloga Carolina Almeida – CRP 05/47996

A importância da leitura é algo amplamente discutido em nosso cotidiano, todos nós já ouvimos sobre como ler é uma atividade essencial para o processo de alfabetização das crianças, entretanto, os benefícios vão muito além disso.

Ler se trata de um hábito valioso que deve estar presente no mundo da criança desde muito pequena. Segundo Papalia (2009) pais que leem para uma criança desde que são bebês, oferecem à elas a oportunidade de intimidade emocional e incentivam a comunicação entre si, além de favorecem para que a criança desenvolva sua habilidade para ler e escrever. Crianças para as quais os pais leem desde muito pequenas, tendem a aprender a ler mais cedo quando comparadas a outras que não tiveram a leitura presente em seu cotidiano.

Quanto maior for o contato da criança com a leitura, mais familiarizada e habituada ela estará com essa atividade futuramente.

Mas quais são os benefícios que esse habito trás para os pequenos?

A leitura possibilita o desenvolvimento de diversas habilidades da criança, contribuindo para o seu desenvolvimento em diferentes aspectos, dentre eles:

  • Maior interação e promoção do relacionamento com os pais, o momento da leitura todos juntos é uma excelente oportunidade de convivência e valorização da comunicação familiar.
  • Auxílio na construção de habilidades linguísticas e na identificação de letras e sons, através da leitura (seja ela realizada pelos pais ou futuramente pela criança) em voz alta e de questões relacionadas as figuras presentes no livro a criança tem a oportunidade de construir novas habilidades.
  • Estímulo de sua capacidade de imaginação e criatividade, ao entrar em contato com a história a criança desenvolve sua capacidade de imaginar e fantasiar através da narrativa presente no livro.
  • Promoção de sua capacidade de escrita, uma criança que está familiarizada com a leitura tende a ter um vocabulário melhor e consequentemente uma escrita mais produtiva.
  • Maior capacidade de concentração e atenção, o habito da leitura requer a capacidade de se concentrar e dedicar para aquele momento, portanto, a criança que desenvolve esse hábito desempenha melhor essas habilidades.
  • Oportunidade de se expressar e identificação: a criança entra em contato com a história e relaciona suas experiências, podendo identificar suas vivências com as do personagem, tendo a oportunidade de se expressar e elaborar novas possibilidade de pensar e agir a respeito. Bem como, existem diversos livros que podem ser de grande auxilio ao lidar com conflitos e emoções e até mesmo ao abordar de maneira lúdica assuntos mais complexos, são ferramentas muito positivas para os pais e para as crianças.

Outro ponto positivo é o fato de que a leitura se trata de um programa que pode ser feito em qualquer lugar e não precisa de muito (ou nenhum) investimento financeiro. Existem diversos projetos sociais que estimulam a leitura, como empréstimos e acessos gratuitos a livros físicos e online, também existem bibliotecas municipais e comunitárias. Além disso, podemos trocar livros com amigos, vizinhos e familiares, compartilhando e espalhando cada vez mais o prazer da leitura.

É importante entender que existem livros com linguagem e histórias indicadas para cada faixa etária (contando até mesmo com opções para os mais pequeninos que ainda não são alfabetizados), a criança deve ser apresentada para o mundo da leitura de maneira que exista esse cuidado para que ela entenda que se trata de uma atividade rica e muito positiva. Afinal, se trata de uma vivência compartilhada que deve ser prazerosa e em nenhum momento imposta.

Mesmo com a correria do dia a dia, reservar alguns minutos para ler uma história juntos com as crianças se trata de uma experiência única e que irá acrescentar muito para todos.

Temos que ter a consciência de que é nosso papel como pais oferecer cuidado, orientação e amor aos nossos filhos, mas também de sermos exemplos para que eles se desenvolvam e tenham hábitos e comportamentos que sejam benéficos para eles e para a sociedade.

Abraços Coloridos.

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
CRP 05/47996

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Referências: PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009

Criança convivendo com criança: A importância da interação entre as crianças desde a primeira infância – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996.

Já falamos aqui outras vezes sobre a importância dos pais na vida do bebê desde o seu nascimento, sobre como esse cuidado é significativo, como essa relação transforma a vida de todos que estão experimentando essa vivência.

Hoje vamos falar de uma outra interação social muito significativa, a importância do contato com outras crianças.

No processo de interação social a criança se desenvolve no contato com o outro. Quando pequenas as crianças aprendem muito imitando umas as outras, além disso, demonstram muito interesse por outras crianças, principalmente quando essas têm o mesmo tamanho que elas.

Existe muita curiosidade e afinidade entre as crianças, essa interação abre portas para uma infinidade de descobertas e aprendizados e no brincar elas estabelecem vínculos, criam e experimentam juntas.

Estimular desde cedo os pequenos a interagirem uns com os outros contribui para a sua socialização e para possam vir a ter relacionamentos mais saudáveis futuramente, entendendo a importância do outro e favorecendo sua capacidade de empatia.

Quando aponto aqui sobre a importância do convívio com outras crianças não estou me referindo somente a interação entre irmãos. Apesar da interação entre irmãos ter um papel que influência e reflete na socialização das crianças, não são as únicas opções de convívio.

Filhos únicos também podem (e devem) ser crianças estimuladas a conviver socialmente com outras crianças, tudo depende do meio em que essa criança está inserida e da importância que os pais dão para essa questão.

Atualmente vemos cada vez mais casais com um número de filhos menor quando comparados a seus pais e avós, podemos atribuir isso a diversos fatores, como: a maior participação da mulher no mercado de trabalho, mudanças no planejamento familiar, dedicação à carreira profissional, demanda maior de atividades de todos os membros da família, entre outros.

A decisão de ter um ou mais filhos cabe ao casal, e deve ser baseada no planejamento familiar e no diálogo entre os dois e não na pressão ou em interferências de outras pessoas, entretanto, optando por um único ou mais filhos, a questão que proponho reflexão com esse texto é sobre entendermos e valorizarmos a importância da convivência da criança com outras crianças para o seu desenvolvimento.

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Existem diversas outras oportunidades em que as crianças podem conviver, além de serem excelentes atividades para serem realizadas em família, visitas a parques e locais de convívio comum a outras crianças da mesma faixa etária podem ser opções.

Além disso, todos nós nos lembramos da convivência com primos, amigos e outras crianças e de como as brincadeiras e momentos de convívio com os mesmos se tornaram memórias cheias de afeto.

A maneira como os pais se relacionam entre si, com os filhos e com os outros reflete na maneira como a criança vai interagir também, já que as crianças tendem a ter os pais como exemplos.

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Quando a criança vê no ambiente familiar um relacionamento afetuoso e seguro, a qualidade de seus relacionamentos fora desse ambiente tende a ser melhor e consequentemente mais saudável.

Somente na interação com o outro é que a criança desenvolve sua capacidade de praticar o respeito, entende a importância de aceitar as diferenças, aprender a dividir e a reconhecer as necessidades, os desejos e pontos de vistas diferentes, bem como, aprende a discordar e a como resolver um conflito. Desenvolvendo assim condições de ter relacionamentos cada vez mais seguros e saudáveis.

Abraços Coloridos,

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

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Um segredo colorido para lidar com a desobediência dos filhos – por Carolina Almeida – Psicóloga 05/47996

Uma dica valiosa (e colorida) para lidar com a desobediência dos filhos.

No texto de hoje, a psicóloga Carolina Almeida traz um dica valiosa. Confira!

Uma das coisas que eu mais ouço pais e mães reclamarem é o fato dos filhos não obedecerem, não escutarem o que eles falam e não os respeitarem.

Hoje vou dividir com vocês uma dica muito importante em relação a isso, na verdade acredito que seja o grande segredo para acabar com os conflitos nesse sentido, entender a diferença de autoridade e autoritarismo, e desempenhar o papel de autoridade para com os filhos.

Mas afinal existe diferença? Pode parecer que não, mas existe sim uma diferença enorme nesses dois termos.

Exercer o autoritarismo está relacionado a ser uma pessoa dominadora, que usa de maneira exagerada a autoridade, buscando de maneira impositiva ter poder sobre pessoas ou situações.

Já ser uma autoridade é um papel ligado ao respeito, ao fato de ter esse poder de se fazer obedecer.

Na educação dos filhos quando exercemos um papel de autoritarismo, estamos impondo o poder sobre eles, de maneira negativa, não abrindo espaço para diálogos e reflexões.  Algo mais ou menos: “Sou eu que mando, não importa o que eu tenha que fazer para impor isso! ”

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As crianças acabam temendo a figura que se impõem de um modo exagerado, se trata de uma relação onde o medo e as inseguranças estão presentes de maneira danosa. Não existe uma valorização do outro e nem espaço para diálogos e construções juntos.

Já a figura de autoridade está relacionada com o respeito e admiração, a criança vê em você alguém que tem conhecimento, alguém com sabedoria, e considera suas colocações e ensinamentos. Trata-se de uma relação de conexão afetiva, onde você não precisa usar a imposição para ser visto como alguém que deve ser ouvido, a criança pratica a obediência de uma maneira saudável e você se torna uma referência, um espelho, um exemplo a ser seguido. Nessa relação existe espaço para diálogos, trocas e aprendizados valiosos.

O papel de pai e educador, não está relacionado só com a obediência, temos que entender que a autoridade e o respeito devem ser conquistados e não exigidos ou impostos.

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Educar filhos não é uma tarefa fácil, trata-se de uma experiência cheia de aprendizados e desafios, mas é também uma vivência extremamente valiosa e gratificante. Se trata de algo que vai se construindo, é essencial refletir sempre sobre o processo, e quando for preciso, mudar conceitos e comportamentos. Não podemos simplesmente repetir o que aprendemos com nossos pais, primeiro porque os tempos mudam de geração em geração, e também, porque cada relação é única.

A grande questão é que quando seu filho vê em você uma figura de autoridade, influência e segurança, vocês estabelecem uma relação extremamente saudável, já que além de te obedecer, ele confia em seu conhecimento, admira e respeita o papel tão importante que você tem na vida dele.

Abraços Coloridos!

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
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O Aprendizado é um processo multicolorido! – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996

No texto de hoje a psicóloga Carolina Almeida nos leva a refletir sobre a singularidade no processo de aprendizagem. Confira!

O aprendizado dos filhos é uma preocupação muito presente na vida de todos os pais, porém como todos os fatores presentes no processo de desenvolvimento da criança, o aprendizado é algo que vai sendo construído, é um processo multicolorido.

Cada criança é única e tem sua história e desenvolvimento formados por suas vivências em todos os aspectos: biológico, psicológico, social e cultural.

Temos que pensar que antes de apontarmos para uma criança como se existisse algo de errado com ela é preciso que tenhamos muito cuidado em entender o que está acontecendo. É muito importante que pais e educadores entendam que cada criança tem seu ritmo e maneira de aprender.

Existem crianças que se identificam melhor com atividades que envolvem a escrita e pesquisa, outras que são mais ativas e se identificam com atividades que utilizam mais expressão corporal, também há as que se identificam com atividades de linguísticas, geralmente essas são crianças ligadas a atividades de oratórias e que gostam bastante de leitura. A questão é que existem diferentes características e diversas atividades que as crianças podem se identificar.

Portanto, como podemos pensar em um modelo único, onde as crianças têm que se encaixar em um mesmo molde de aprendizagem e método de avaliação?!

Acreditar que todas as crianças têm que se encaixar nesse modelo de ensino é um erro, uma ilusão e faz com que as crianças que não se encaixam, sejam vistas como crianças com problemas de aprendizagem, o que é uma questão extremamente delicada.

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Para entender se uma criança realmente está com dificuldade para aprender, é preciso olhar com cuidado e carinho para ela, se dedicar a entender o que está acontecendo em seu dia-a-dia (como um todo) familiar, social e escolar.

Além disso deve existir um trabalho de parceria entre os pais e a escola, uma preocupação em refletir e analisar a maneira de aprender e de educar. Visando entender o processo como um todo, identificando as dificuldades e as potencialidades de cada criança, e refletindo como todos nós, pais, educadores e profissionais podemos contribuir no processo de aprendizagem dos pequenos.

Nos casos onde a criança está realmente apresentando dificuldades relacionadas as questões de aprendizagem, o psicólogo ou psicopedagogo pode auxiliar, realizando um trabalho em conjunto com pais e escola, além de junto com a criança, ouvindo e valorizando sua participação no processo, buscando desenvolver possibilidades para que ela supere essas dificuldades de maneira saudável e se sinta mais segura, confiante e feliz!

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Abraços Coloridos!

carolinadepaula Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

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Você é uma pessoa que desperdiça talentos? – por Camila Moreira – Psicóloga CRP 06/123888.

Reconheça se você é uma pessoa que desperdiça talentos. Alguém que não consegue aproveitar seus recursos financeiros nem emocionais. Aquele que não usa o tempo aos seu favor.

Confira no texto de hoje 5 situações para você identificar se é alguém que desperdiça seus talentos.

Dia desses estava eu, voltando da terapia (espanto!).

O que? Você não sabia? Sim, psicólogo também faz terapia. Bom, mas isso não vem ao caso neste texto.

Continuando, eu estava dirigindo por uma avenida muito movimentada aqui na cidade de Santos, quando me deparei com algumas bexigas coloridas voando bem no meio do asfalto.

Alegrei-me quando vi, mas logo entristeci, pois as rodas do meu carro acabaram passando por cima de algumas e elas estouraram. Ainda consegui olhar pelo retrovisor e vi que outras duas sobreviveram, pulavam com o vento, indo de um lado a outro. Mas estavam no lugar errado, na hora errada e logo acabariam “atropeladas” por outro carro.

Que desperdício de talento – pensei – as bexigas tão lindas e coloridas, poderiam estar decorando uma festa de aniversário, a inauguração de uma loja ou até mesmo um leito de hospital. Poderiam levar vida, dar alegria. Porém, no meio do asfalto apenas provocariam a morte.

Morte delas mesmas, ou morte de alguém, causada por um acidente.

O talento que deveria ser utilizando para alegrar estava ali perdido. Arriscando a vida, desperdiçando, se acabando e morrendo aos poucos.

Situações como essas do dia a dia podem nos ajudar a refletir sobre o que fazemos com nossa própria vida. Você já parou pra pensar se tem aproveitado seus talentos? Já pensou se não anda desperdiçando tempo ou dinheiro com coisas que não valem a pena? Você tem arriscado a sua vida?

Pensando nisso, selecionei cinco situações em que você possa identificar se tem desperdiçado seus talentos:

1 – Quando você usa toda a sua energia para resolver o problema de outra pessoa, por exemplo, você está perdendo tempo. Portanto, desperdiçando seus talentos!

2- Se você tem um emprego que não gosta, reclama todos os dias quando vai trabalhar, não sente prazer nenhum no ambiente de trabalho, nem na atividade que você exerce. Atenção! Você está desperdiçando seus talentos!

3 – Você continua namorando aquele garoto/garota que não te valoriza, que cobra demais e não retribui. Sabe que esse relacionamento não vai dar em nada e inclusive chega a pensar que esta num relacionamento abusivo, mas não consegue sair dele. Atenção! Você está desperdiçando seus talentos!

4 – Se você arrisca sua vida, bebendo até cair, se drogando por ai, transando com qualquer um que apareça. Atenção! Você está desperdiçando seus talentos!

5 – Se você já percebeu que faz um pouco de tudo isso, mas não consegue parar. Atenção!!! Você está desperdiçando seus talentos.

Identificar se você é uma pessoa que desperdiça talentos é o primeiro passo. Não é fácil reconhecer que desperdiçamos aquilo que temos de melhor e que nos esforçamos muito para ter.

Após o reconhecimento, pare e pense em outras situações que sugue as suas energias, que o impeça de crescer e se desenvolver. Cuide melhor de você, cuide melhor daquilo que você possui de mais valioso: VOCÊ MESMO!

E se mesmo assim você perceber que não consegue aproveitar seus talentos, procura ajuda de um psicólogo. Faço o que for preciso para ser bexiga alegrando uma festa de aniversário, e não uma bexiga no meio da estrada.

Abraços Coloridos.