2016: O ano da transformação. – por Camila Moreira – Psicóloga CRP 06/123888

O ano de 2016 está terminando e eu não poderia deixar de escrever um texto para me despedir deste ano que foi tão intenso.

Tenho certeza que muitas emoções diferentes foram vividas por cada um.

E então, se você pudesse definir 2016 em uma palavra, qual seria ela?!?

Alguns escolheriam palavras mais otimistas, outros, palavras de conotação mais duras, pois de verdade, foi um ano duro e difícil, de muitos sofrimentos e desafios. Mas tudo o que vivemos, por mais complicado que seja, nos amadurece e fortalece.

Eu defino o ano de 2016 como o ano da transformação! Fomos levados a nos transformar, nos reinventar e nos aceitar.

As dificuldades nos tiraram da zona de conforto e tivemos que ser muito criativos e perseverantes para seguir sem deprimir.

E assim será sempre, pois não existe vida que seja bem vivida se não for com sofrimentos, dificuldades e desafio, além de alegria e otimismo.

Desejo que 2017 continue sendo uma oportunidade de aprendizados e que você tenha atitudes novas para um ano novo!

Feliz Atitudes Novas…Feliz 2017!

Abraços Coloridos.

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Psicóloga Camila Moreira: Apaixonada por cores, livros, psicologia e brigadeiro. Nas horas vagas é esposa do Cícero, “boadrasta” da Luany e mãe de sua filha canina Anitta, uma sharpei encantadora.

CRP 06/123888

 

 

Papai Noel existe?! A importância da fantasia no mundo infantil! – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996

 O Natal é uma data comemorada em diversas culturas, muitas comemorações, diferentes significados e crenças, clima festivo e a presença do familiar Papai Noel.

Todos já ouvimos sobre o mesmo, segundo historiadores se trata de uma figura folclórica baseada em um bispo chamado São Nicolau Taumaturgo que vivei no século V e tinha o hábito de ajudar as pessoas pobres em sua cidade, colocando moedas de ouro em suas chaminés próximo da data do Natal. A imagem e a história do “bom velhinho” foi sendo transformada até que se chegasse a figura que temos hoje, um senhor alegre de barba, cabelos compridos, barriga saliente, vestido em roupas vermelhas.

A maioria das crianças vive de maneira muito positiva a fantasia sobre Papai Noel, e embora fique a critério da família incentivar e transmitir para a criança essa crença (respeitando as questões referentes a sua cultura, religiosidade e livre-arbítrio), é extremamente saudável que a mesma receba estímulos e condições de experimentar e vivenciar fantasias durante seu desenvolvimento. Além disso a figura do Papai Noel pode trazer outras possibilidades de aprendizados e reflexões, envolvendo assuntos como: gentileza, solidariedade, compaixão e afetividade.

A capacidade de fantasiar e imaginar da criança está diretamente ligada com a habilidade de elaborar questões relacionadas a suas vivências e demandas afetivas.

Devemos ensinar para as crianças que o contato com o Papai Noel não se trata somente de uma forma de receber presentes, mas que, existem questões muito mais valiosas envoltas nesse período. É muito importante para eles entenderem o “espirito natalino” como algo que promove sentimentos e atitudes positivos e construtivos e não somente algo ligado ao material.

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Sabemos que em algum momento a criança começa a questionar suas fantasias, essa desconfiança está relacionada com a fase do desenvolvimento em que o pensamento se torna mais concreto, e a idade pode variar de uma criança para outra.

Referente a esse momento muitos pais sentem-se apreensivos em como responder a temida pergunta: “O Papai Noel existe? ”

Existem respostas que podem ser dadas a essa questão de maneira mais tranquila e que não irão destruir de maneira negativa as fantasias envolvidas nesse questionamento. Uma delas é dizer para a criança que “Papai Noel existe, para quem acredita em sua existência. ”

O fato é que não devemos anular a fantasia de maneira abrupta. Se trata de um momento onde deve existir muito zelo e onde a criança deve ter espaço para falar sobre suas dúvidas e sentir-se acolhida.

O comportamento dos pais em amparar as dúvidas, interrogar sobre o que elas pensam a respeito, oferecendo espaço para a criança expor suas angustias, auxilia na elaboração dos pensamentos e respeita a maturidade da criança para lidar com essa descoberta. Essa descoberta deve acontecer de maneira muito natural e suave.

É preciso que os mais velhos entendam a importância dessa fantasia, e que a crença da figura física vai sendo resinificada, afinal todos nós nos lembramos com carinho nessa fantasia mágica e entendemos hoje que o Papai Noel pode existir dentro de cada um de nós!

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Abraços Coloridos,

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
CRP 05/47996

Contatos:

Email: carolinaalmeidapsicologa@gmail.com

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A primeira vez da criança na escola: ansiedade e dúvidas presentes nesse momento tão importante – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996

Recebo muitas dúvidas, sugestões e solicitações de orientações de diversos assuntos, na maioria das vezes essas dúvidas são comuns a muitos pais, então escrevo sobre o tema para que um número maior tenha acesso ao conteúdo e possa ter informações sobre questões que lhe trazem angustias e questionamentos, esse tema é um deles.

Muitos pais ficam inseguros (e em alguns casos extremamente aflitos) ao pensar sobre o momento da criança ir para a escola, essa é uma questão comum a diversas famílias: muitas dúvidas, um turbilhão de sentimentos e pensamentos a respeito da possibilidade do filho estar em um ambiente novo, independe de nós e com uma rotina diferente daquela a qual já estamos acostumados.

Existem muitos pontos para refletirmos sobre esse assunto, antes de tudo, temos que ressaltar a importância do convívio social com outras crianças para o desenvolvimento dos pequenos, já descrevi sobre isso em um outro texto e recomendo a leitura:  Criança convivendo com criança: A importância da interação entre as crianças desde a primeira infância. ”

A questão é que toda situação nova gera ansiedade, justamente por se trata de uma experiência à qual não estamos familiarizados. Entretanto é preciso pensar na importância desse momento para a criança, e também que a maneira como os pais lidam com isso, irá refletir na maneira que a criança vivencia essa nova descoberta.

O cuidado que oferecemos aos filhos deve ser desde sempre preocupado em desenvolver sua autonomia e autoconfiança em todos os momentos de suas vidas, é preciso entender que nem sempre estaremos ao lado deles, e a ideia errônea de que eles precisam estar conosco o tempo todo para estarem em segurança se trata de uma superproteção, que além de não ser saudável, pode gerar para a criança angústia de separação dos pais, já que a mesma se sentirá insegura, ansiosa e desemparada na ausência de seus genitores.

Muitas crianças acabam frequentando o ambiente escolar desde muito pequenas já que os pais trabalham e a escola se torna o ambiente de cuidado durante esse período. Um ponto importante para pensarmos é que, seja em qual fase a criança irá para a escola, se trata de um ambiente que irá contribuir em diferentes aspectos de seu desenvolvimento, portanto é preciso que os pais escolham atentamente e participem da vida escolar de seus filhos, valorizando e promovendo essa parceria com a escola, bem como, entendendo a importância da convivência e de sua participação ativa, seja no ambiente escolar ou no familiar.

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O propósito da pré-escola é de oferecer uma base para a aprendizagem escolar, além de promover o desenvolvimento social e emocional da criança. Se trata de um período em que a criança está ampliando seu ambiente físico, cognitivo e social.

Um bom ambiente escolar estimula todos os aspectos do desenvolvimento da criança, estimando a interação com professores e outras crianças, além de elaborar cuidadosamente as diferentes atividades realizadas e se dedicar com a promoção e valorização da parceria com pais e sociedade.

Por fim devemos refletir que nossos filhos estão em crescimento e desenvolvimento e a maneira mais saudável para que isso aconteça é que nós ofereçamos um ambiente de cuidado e amor, mas também de valorização de sua autonomia, autoconfiança, proporcionando sempre possibilidades de vivenciarem novas experiências e aprendizados.

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Abraços Coloridos,

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
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Leitura: os benefícios desse importante hábito para as crianças – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996.

Por Psicóloga Carolina Almeida – CRP 05/47996

A importância da leitura é algo amplamente discutido em nosso cotidiano, todos nós já ouvimos sobre como ler é uma atividade essencial para o processo de alfabetização das crianças, entretanto, os benefícios vão muito além disso.

Ler se trata de um hábito valioso que deve estar presente no mundo da criança desde muito pequena. Segundo Papalia (2009) pais que leem para uma criança desde que são bebês, oferecem à elas a oportunidade de intimidade emocional e incentivam a comunicação entre si, além de favorecem para que a criança desenvolva sua habilidade para ler e escrever. Crianças para as quais os pais leem desde muito pequenas, tendem a aprender a ler mais cedo quando comparadas a outras que não tiveram a leitura presente em seu cotidiano.

Quanto maior for o contato da criança com a leitura, mais familiarizada e habituada ela estará com essa atividade futuramente.

Mas quais são os benefícios que esse habito trás para os pequenos?

A leitura possibilita o desenvolvimento de diversas habilidades da criança, contribuindo para o seu desenvolvimento em diferentes aspectos, dentre eles:

  • Maior interação e promoção do relacionamento com os pais, o momento da leitura todos juntos é uma excelente oportunidade de convivência e valorização da comunicação familiar.
  • Auxílio na construção de habilidades linguísticas e na identificação de letras e sons, através da leitura (seja ela realizada pelos pais ou futuramente pela criança) em voz alta e de questões relacionadas as figuras presentes no livro a criança tem a oportunidade de construir novas habilidades.
  • Estímulo de sua capacidade de imaginação e criatividade, ao entrar em contato com a história a criança desenvolve sua capacidade de imaginar e fantasiar através da narrativa presente no livro.
  • Promoção de sua capacidade de escrita, uma criança que está familiarizada com a leitura tende a ter um vocabulário melhor e consequentemente uma escrita mais produtiva.
  • Maior capacidade de concentração e atenção, o habito da leitura requer a capacidade de se concentrar e dedicar para aquele momento, portanto, a criança que desenvolve esse hábito desempenha melhor essas habilidades.
  • Oportunidade de se expressar e identificação: a criança entra em contato com a história e relaciona suas experiências, podendo identificar suas vivências com as do personagem, tendo a oportunidade de se expressar e elaborar novas possibilidade de pensar e agir a respeito. Bem como, existem diversos livros que podem ser de grande auxilio ao lidar com conflitos e emoções e até mesmo ao abordar de maneira lúdica assuntos mais complexos, são ferramentas muito positivas para os pais e para as crianças.

Outro ponto positivo é o fato de que a leitura se trata de um programa que pode ser feito em qualquer lugar e não precisa de muito (ou nenhum) investimento financeiro. Existem diversos projetos sociais que estimulam a leitura, como empréstimos e acessos gratuitos a livros físicos e online, também existem bibliotecas municipais e comunitárias. Além disso, podemos trocar livros com amigos, vizinhos e familiares, compartilhando e espalhando cada vez mais o prazer da leitura.

É importante entender que existem livros com linguagem e histórias indicadas para cada faixa etária (contando até mesmo com opções para os mais pequeninos que ainda não são alfabetizados), a criança deve ser apresentada para o mundo da leitura de maneira que exista esse cuidado para que ela entenda que se trata de uma atividade rica e muito positiva. Afinal, se trata de uma vivência compartilhada que deve ser prazerosa e em nenhum momento imposta.

Mesmo com a correria do dia a dia, reservar alguns minutos para ler uma história juntos com as crianças se trata de uma experiência única e que irá acrescentar muito para todos.

Temos que ter a consciência de que é nosso papel como pais oferecer cuidado, orientação e amor aos nossos filhos, mas também de sermos exemplos para que eles se desenvolvam e tenham hábitos e comportamentos que sejam benéficos para eles e para a sociedade.

Abraços Coloridos.

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
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Instagram: @pensandopsicarolinaalmeida

Referências: PAPALIA, Diane E.; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento humano. 10.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009

Quero ver você “Pintando os 30” – por Camila Moreira – Psicóloga CRP 06/123888.

Projeto novo surgindo…Pintando os 30! Confira no post de hoje…

Dezembro chegou.

O início de um novo mês.

O meu mês.

Para quem não sabe faço aniversário no dia 31 de dezembro, último dia do último mês do ano!

E nem sempre foi fácil fazer aniversário nessa data. Começando por meus pais, que precisaram passar o Ano Novo no hospital. Depois, foram meus aniversários que não podiam ser feitos na data, já que o mundo todo está apenas esperando a chegada do novo ano. Nunca consegui fazer festa na escola, nem ter meus amigos comigo na data do meu aniversário. Isso me entristeceu por muito tempo. Depois resolvi não ligar, dizia a todos que adorava fazer aniversário nesta data, pois o mundo estava em festa e meu dia sempre acabava com um lindo espetáculo de fogos de artifícios.

A realidade é que ainda assim, é difícil comemorar o aniversário neste dia.

Mas… esse ano resolvi comemorar de forma diferente e começar desde o 1º dia do mês. Decidi comemorar não só com a minha família, mas com todos vocês que me acompanham aqui no blog e na página do Psicolorindo no facebook.

Este ano tem um gostinho especial, pois completo 30 primaveras. Quando paro pra pensar nessa idade, custo a acreditar que já cheguei até aqui. Ainda ontem eu brincava de Barbie ao mesmo tempo que começava a me interessar por garotos. Hoje, já casei, tenho minha profissão e pago minhas contas. Não percebi como foi que adquiri esta autonomia e todas essas responsabilidades.

Diante disso, primeiro desenvolvi um novo projeto voltado para as mulheres de 30 anos. Incluindo as que estão perto de completar 30 e também aquelas que já completaram 30 anos e poderão nos ajudar.

O projeto se chama “Pintando os 30”. Fazendo referência ao termo “Pintar o 7” usado para se referir a crianças que fazem bagunça, desordem, agitação. Aproveitando de situação descontrolada. Que é o que exatamente acontece conosco quando completamos 30 anos. As certezas já não são tão certas como antes. E é disso que eu quero falar com vocês.

O objetivo é poder refletir sobre todas as questões psicológicas, físicas e sociais que envolvem esta fase da vida.

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Como faremos isso?

Resolvi criar um desafio para que vocês possam me acompanhar durante todos os dias do mês de dezembro.  Serão 30 reflexões antes dos meus 30 anos. O desafio começa amanhã…. e eu torço para que vocês me acompanhem todos os dias, dialogando comigo através das minhas redes sociais:

Facebook: Psicolorindo

Instagram: @psicolorindo

Email: psicóloga.camilamoreira@gmail.com

Marcarei as postagens com a #pintandoos30 #desafiopintandoos30. Vamos colorir essa fase da vida e deixá-la linda como nossa juventude.

O convite que faço é para que vocês, mulheres de 30 anos, também me acompanhem e postem fotos, mensagens, observações sobre os assuntos que eu for abordando ao longo do dia. Por isso será um desafio.

Estou empolgadíssima para começar! Todas juntas… “Pintando os 30”. Vem comigo?!?

Abraços Coloridos.

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Psicóloga Camila Moreira: Apaixonada por cores, livros, psicologia e brigadeiro. Nas horas vagas é esposa do Cícero, “boadrasta” da Luany e mãe de sua filha canina Anitta, uma sharpei encantadora.

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