O Aprendizado é um processo multicolorido! – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996

No texto de hoje a psicóloga Carolina Almeida nos leva a refletir sobre a singularidade no processo de aprendizagem. Confira!

O aprendizado dos filhos é uma preocupação muito presente na vida de todos os pais, porém como todos os fatores presentes no processo de desenvolvimento da criança, o aprendizado é algo que vai sendo construído, é um processo multicolorido.

Cada criança é única e tem sua história e desenvolvimento formados por suas vivências em todos os aspectos: biológico, psicológico, social e cultural.

Temos que pensar que antes de apontarmos para uma criança como se existisse algo de errado com ela é preciso que tenhamos muito cuidado em entender o que está acontecendo. É muito importante que pais e educadores entendam que cada criança tem seu ritmo e maneira de aprender.

Existem crianças que se identificam melhor com atividades que envolvem a escrita e pesquisa, outras que são mais ativas e se identificam com atividades que utilizam mais expressão corporal, também há as que se identificam com atividades de linguísticas, geralmente essas são crianças ligadas a atividades de oratórias e que gostam bastante de leitura. A questão é que existem diferentes características e diversas atividades que as crianças podem se identificar.

Portanto, como podemos pensar em um modelo único, onde as crianças têm que se encaixar em um mesmo molde de aprendizagem e método de avaliação?!

Acreditar que todas as crianças têm que se encaixar nesse modelo de ensino é um erro, uma ilusão e faz com que as crianças que não se encaixam, sejam vistas como crianças com problemas de aprendizagem, o que é uma questão extremamente delicada.

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Para entender se uma criança realmente está com dificuldade para aprender, é preciso olhar com cuidado e carinho para ela, se dedicar a entender o que está acontecendo em seu dia-a-dia (como um todo) familiar, social e escolar.

Além disso deve existir um trabalho de parceria entre os pais e a escola, uma preocupação em refletir e analisar a maneira de aprender e de educar. Visando entender o processo como um todo, identificando as dificuldades e as potencialidades de cada criança, e refletindo como todos nós, pais, educadores e profissionais podemos contribuir no processo de aprendizagem dos pequenos.

Nos casos onde a criança está realmente apresentando dificuldades relacionadas as questões de aprendizagem, o psicólogo ou psicopedagogo pode auxiliar, realizando um trabalho em conjunto com pais e escola, além de junto com a criança, ouvindo e valorizando sua participação no processo, buscando desenvolver possibilidades para que ela supere essas dificuldades de maneira saudável e se sinta mais segura, confiante e feliz!

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Abraços Coloridos!

carolinadepaula Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
CRP 05/47996

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Você é uma pessoa que desperdiça talentos? – por Camila Moreira – Psicóloga CRP 06/123888.

Reconheça se você é uma pessoa que desperdiça talentos. Alguém que não consegue aproveitar seus recursos financeiros nem emocionais. Aquele que não usa o tempo aos seu favor.

Confira no texto de hoje 5 situações para você identificar se é alguém que desperdiça seus talentos.

Dia desses estava eu, voltando da terapia (espanto!).

O que? Você não sabia? Sim, psicólogo também faz terapia. Bom, mas isso não vem ao caso neste texto.

Continuando, eu estava dirigindo por uma avenida muito movimentada aqui na cidade de Santos, quando me deparei com algumas bexigas coloridas voando bem no meio do asfalto.

Alegrei-me quando vi, mas logo entristeci, pois as rodas do meu carro acabaram passando por cima de algumas e elas estouraram. Ainda consegui olhar pelo retrovisor e vi que outras duas sobreviveram, pulavam com o vento, indo de um lado a outro. Mas estavam no lugar errado, na hora errada e logo acabariam “atropeladas” por outro carro.

Que desperdício de talento – pensei – as bexigas tão lindas e coloridas, poderiam estar decorando uma festa de aniversário, a inauguração de uma loja ou até mesmo um leito de hospital. Poderiam levar vida, dar alegria. Porém, no meio do asfalto apenas provocariam a morte.

Morte delas mesmas, ou morte de alguém, causada por um acidente.

O talento que deveria ser utilizando para alegrar estava ali perdido. Arriscando a vida, desperdiçando, se acabando e morrendo aos poucos.

Situações como essas do dia a dia podem nos ajudar a refletir sobre o que fazemos com nossa própria vida. Você já parou pra pensar se tem aproveitado seus talentos? Já pensou se não anda desperdiçando tempo ou dinheiro com coisas que não valem a pena? Você tem arriscado a sua vida?

Pensando nisso, selecionei cinco situações em que você possa identificar se tem desperdiçado seus talentos:

1 – Quando você usa toda a sua energia para resolver o problema de outra pessoa, por exemplo, você está perdendo tempo. Portanto, desperdiçando seus talentos!

2- Se você tem um emprego que não gosta, reclama todos os dias quando vai trabalhar, não sente prazer nenhum no ambiente de trabalho, nem na atividade que você exerce. Atenção! Você está desperdiçando seus talentos!

3 – Você continua namorando aquele garoto/garota que não te valoriza, que cobra demais e não retribui. Sabe que esse relacionamento não vai dar em nada e inclusive chega a pensar que esta num relacionamento abusivo, mas não consegue sair dele. Atenção! Você está desperdiçando seus talentos!

4 – Se você arrisca sua vida, bebendo até cair, se drogando por ai, transando com qualquer um que apareça. Atenção! Você está desperdiçando seus talentos!

5 – Se você já percebeu que faz um pouco de tudo isso, mas não consegue parar. Atenção!!! Você está desperdiçando seus talentos.

Identificar se você é uma pessoa que desperdiça talentos é o primeiro passo. Não é fácil reconhecer que desperdiçamos aquilo que temos de melhor e que nos esforçamos muito para ter.

Após o reconhecimento, pare e pense em outras situações que sugue as suas energias, que o impeça de crescer e se desenvolver. Cuide melhor de você, cuide melhor daquilo que você possui de mais valioso: VOCÊ MESMO!

E se mesmo assim você perceber que não consegue aproveitar seus talentos, procura ajuda de um psicólogo. Faço o que for preciso para ser bexiga alegrando uma festa de aniversário, e não uma bexiga no meio da estrada.

Abraços Coloridos.

 

Rosa para meninas e azul e para meninos? Parem de pintar essa ideia! – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996

Quando eu vejo alguém falando para uma criança que ela deve ou não gostar de determinada cor ou brinquedo por ser menina ou menino fico pensando, mas quem foi que inventou essa ideia tão absurda?

Na primeira infância, os bebês em desenvolvimento estão descobrindo o mundo através dos sentidos e estímulos do mundo a sua volta, e na maioria das vezes se interessam por diversos estímulos e também por objetos multicoloridos.  Nesse bebê que ainda está descobrindo o mundo não existe ainda essa distinção de objetos ou cores separadas por gêneros.

Já maiores, na segunda infância, estamos com a nossa criatividade e a imaginação a todo vapor, também estamos dispostos a brincar e experimentar um infinito de possibilidades nas brincadeiras, pensando assim, nessa criança também não existe esse espaço para a criança definir o que seria uma brincadeira ou cor de menino ou menina.

Portanto acredito que essa distinção, esse pré-conceito de que algo é exclusivo para o gênero masculino ou feminino é algo que nós adultos ensinamos (e em muitos casos impomos) para as crianças. Se trata de uma construção social, uma imposição de opinião que precisamos urgentemente repensar e mudar a ideia de que o brincar está relacionado com a identidade de gênero.

Afinal qual o problema de uma menina gostar de brincar de super-heróis? Ou de um menino gostar de se vestir de cor de rosa?

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Na infância a criança está em desenvolvimento e experimentando a todo momentos novos aprendizados e experiências.  Ela deve ter estímulo e liberdade para expressar seus sentimentos, vontades e para elaborar sua opinião, criatividade e imaginação.

A criança que não se encaixa nesse padrão imposto, se sente insegura, confusa e na maioria das vezes sofre, podendo ser levada a pensar que existe algo de errado com ela. É extremamente prejudicial e retrógrado impor um comportamento ou pensamento, ou acreditar que o gênero de uma criança limita as cores e brincadeiras que ela pode vivenciar.

Cada criança é única e deve ser livre para brincar e ser feliz, temos que entender que nem todas as meninas serão bailarinas (eu por exemplo gostava mesmo era de handball, e meus pais apoiaram e curtiram essa experiência comigo), e não tem nada de errado no fato do menino querer brincar de casinha ou de bonecas, pelo contrário, eles estarão aprendendo desde pequenos a importância de atividades como os afazeres domésticos e a paternidade.

São pequenas mudanças que fazem com que essa ideia seja desconstruída, como por exemplo: antes de presentear uma criança pergunte a ela o que ela gostaria de ganhar, repense que entre o azul e o rosa existe uma cartela de cores infinitas, não se limite a dividir as brincadeiras em para meninos e para meninas, pense o quanto pode ser divertido se a brincadeira puder ser realizada em conjunto, por exemplo.

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A questão é como os adultos lidam com isso, na maioria das vezes a dificuldade e o preconceito está em nós adultos, relacionado até mesmo com nossa criação e a maneira que nos era permitido brincar quando criança. Mas é exatamente essa questão que temos que refletir, repensar. Olhar para nós mesmos, fazermos um exercício autocrítico sobre como lidamos com essa nova possibilidade, mudanças e evolução social que é muito positiva.

Buscarmos sempre amar e respeitar nossos filhos, não os rotular ou olhar a maneira como brincam com julgamentos exagerados e maldosos, não devemos nunca impor nossa vontade ou maneira de pensar a eles, é preciso sempre oferecer uma relação de cuidado, onde existe espaço para o diálogo e o respeito mútuo.

O fato é que somente quando paramos para refletir, temos condições de reconstruir nosso modo de ver e agir a respeito e entendemos que não precisamos limitar nosso olhar; na infância as brincadeiras e cores são infinitas e todas elas trazem aprendizados e vivências divertidas e multicoloridas.

Abraços Coloridos!

carolinadepaula

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
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A namorada do meu ex – por Bruna Terra – Psicóloga CRP 06/127703

Relacionamentos vem e vão, e é inegável que em grande parte deles, por mais que se tenha terminado, há uma certa sensação de “posse” ou mesmo de curiosidade acerca “do que ele está fazendo”, ou a curiosidade sobre ele já estar com outra, ou até…” será que sente minha falta, ou sofre por mim?”

Pois é, por esses e outros pensamentos, quando o término é traumático e envolve um sentimento de mágoa e de extrema rejeição, temos a tendência em apresentar grande dificuldade na ideia de que EX é EX e há vida além de nós, ou seja, não é porque o relacionamento entre vocês terminou, que ele ou você, nunca serão felizes com mais ninguém. Mas colocar em prática não é tão fácil assim….

Por esse motivo, elaborei algumas dicas para que você esqueça de vez o EX, a atual dele, e seja muito mais você!

RESPEITE O LUTO: Toda separação precisa ser elaborada. Se foi você quem deu o primeiro passo para o término, e está certa e tranquila com isso, tudo pode ser mais fácil. Agora, quando estamos do outro lado, ou seja, não queríamos, mas acabou! A dor é muito grande, e a vivência dessa gama de sentimentos que envolve: raiva, tristeza, sentimento de rejeição, frustração, dentre outros, deve e tem de ser vivida. É justamente quando nos permitimos sentir todas essas emoções, e as encaramos de fato, que nos tornamos mais fortes e maduras para nos refazermos dessa situação.

ELIMINE SEUS CONTATOS: Quando a decisão do término é de ambas as partes, e desgastados fazem-na de forma consciente e amigável, ótimo! Tudo fica mais tranquilo, e lidamos com mais facilidade com essa nova identidade social que não inclui o parceiro. Agora, quando a decisão foi unilateral, a chance de dor ao acompanhar o ex nas redes sociais, ou falar de vez em quando ao telefone, trocar esporádicas mensagens, etc, pode alimentar esperanças vazias e ser torturante. Portanto, procure se desconectar dele em todos os meios possíveis ( facebook, whatsapp, etc), dessa forma será mais fácil apropriar-se de sua própria vida, sem a sombra de alguém que neste momento não quer e não está com você!.

NÃO SE TORTURE: Nada de ficar relendo e-mails, conversas no whatsapp, fotos de viagens românticas e muito menos aquele cartão lindo de aniversário de namoro que você ganhou há 2 anos atrás! Esquece essa história de cheirar roupas antigas dele que ficou na sua casa, ou mesmo ligar e desligar para o EX apenas para ouvir a sua voz! Essas atitudes só a farão sofrer mais e mais, e principalmente, você estará revivendo algo que já foi, e está no passado! Bola para frente!

RETOME ATIVIDADES: Lembra do que você fazia antes da relação e que não faz mais? Se recorda de alguma coisa que você amava fazer e foi deixando de lado porque a relação não permitia, ou não sobrava tempo? Pois bem! Agora você pode e consegue retomá-la! Mesmo que haja um lado enorme seu, querendo ficar isoladinha no cantinho da cama, force-se a sair disso! Resgate essa atividade, fará muito bem para você!

REENCONTRE AMIGOS E FAMILIARES: O namoro ou o casamento a fez se afastar de alguns amigos? A rotina da relação não dava espaço para você curtir seus amigos como você gostaria? Que tal agora dar asas a isso? Ligue para aquela amiga querida que acabou se perdendo no espaço, resgate amigos da faculdade, do ex trabalho, familiares de outras cidades… Tudo isso ampliará horizontes e ocupará sua mente, além de claro, abrir “novas oportunidades…”.

EVITE FOFOCAS DO EX: Sim, claro! Sempre tem aquela amiga que mal a vê e já quer lhe confidenciar as últimas quentinhas do seu EX. E lá vai você ansiosa ouvir todo aquele falatório… Pare já! Para quê? Para se debulhar em lágrimas? Cada um segue a sua vida e pronto! Quando a amiga, a cunhada, ou quem quer que seja, tentar o telefone sem fio, dê um chega pra lá!. Pode acreditar que mais que a curiosidade é a sensação horrível de ouvir uma série de coisas, e não saber e nem poder fazer nada com aquilo.

EVITE ENCONTRÁ-LO: Pelo menos enquanto a sombra do ex ainda a perturba, procure evitar locais dos quais costumavam ir juntos,lugares em que exista grandes chances de encontra-lo, ou mesmo lembrar-se dele e da relação. Explore novos lugares, novos ambientes, essa é uma fase nova e exclusivamente sua! Fase de descobrimento e redescobertas.

ELE ESTÁ COM OUTRA: Até que você tentou, mas não conseguiu, a informação chegou até você… Ele está com outra! Assim que soube, sentiu um frio na espinha e o estomago parece ter saído pela boca! Pois é…, faz parte, se ainda não conseguiu se libertar nas memórias e sentimentos pelo ex, essas sensações podem mesmo permear a sua alma. Então, se o emocional não ajuda, apele para o racional. Fale para si mesma diversas vezes: “Não estamos mais juntos!”, “Não estamos mais juntos” e procure não buscar mais informações sobre a nova relação dele.

NÃO FAÇA COMPARAÇÕES: Faça o possível para não se comparar com a atual do ex. Não importa quem é mais gorda, mais magra, mais bonita, ou quem tem o melhor emprego. A vida é dele, vocês não estão mais juntos. Procure se ajudar, não fique procurando fotos ou mesmo informações acerca desse momento de vida do cara. Esse comportamento irá feri-la mais e mais e não a levará a lugar nenhum, apenas contribuirá para a aniquilação de sua autoestima.

NADA DE PERSEGUIÇÃO: Nem pense em seguir a moça nas redes sociais, insistir em espionar as fotos dela, as dele, e ainda espionar cada passo do casal. A profissão de detetive não é a sua, e você tem muito mais o que fazer do que isso! Aceite que a relação terminou, não insista em viver uma vida que não lhe pertence. Aproprie-se do seu universo, com toda certeza será muito mais interessante vive-lo, do que viver uma história da qual você não faz mais parte!

A FILA ANDA: O que podemos tirar de melhor quando descobrimos que o EX está com outro alguém, é que a fila anda. E se andou para nós, andará para ele também! Por isso, procure tirar proveito dessa situação e entender que se ele pode ser feliz com outra pessoa, sinal de que esse amor não era tudo isso que você pinta e que você pode sim, ser muito ou mais feliz também. Só depende de você, e de um empurrãozinho que você poderá dar à si mesma!

DÊ MOVIMENTO A SUA VIDA!: Mesmo que falte um pouco de energia, entenda que um esforcinho inicial será necessário, mas logo você passará a gostar das consequências. Busque nos amigos e familiares apoio para movimentar-se, faça exercícios, trace planos, projetos, que tal programas semanais, como jantares, encontros com amigos, e situações que a façam se divertir e desviar a atenção de um passado que não lhe pertence mais? Quanto mais a energia estiver voltada para outros focos, mais esse vínculo se enfraquecerá, e logo as novidades da atualidade e as tantas coisas que você estará envolvida, não dará espaço para dores, e sofrimento de uma relação que não existe mais.

PERMITA-SE CONHECER PESSOAS: Se não estiver preparada para um novo relacionamento, respeite isso. Mas conhecer pessoas não inclui necessariamente namoros ou casamentos. Apenas deixe as pessoas chegarem até você e também chegue até elas. Converse, dê risada, troque experiências, permita-se ser paquerada, e porque não paquerar também! Pode ter certeza que a autoestima agradecerá, e muito. Liberte-se para uma nova etapa, e vá em busca da sua felicidade, com muito mais bagagem, autoconhecimento, e principalmente consciência e experiência relacional, para o melhor aprimoramento de suas escolhas amorosas e de si mesma.

Abraços Coloridos,

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Bruna Terra:  Psicóloga apaixonada pelo atendimento clínico e suas multifacetas. Acredito que fazendo o que nos faz sentido, nos tornamos felizes dia a dia.
Bruna Terra – Psicóloga CRP 06/127703

O Jaleco Branco que salva vidas – por Camila Moreira – Psicóloga CRP 06/123888

No dia 18 de Outubro comemora-se o dia do médico no Brasil e em alguns países do mundo como Portugal, Espanha, Itália e Inglaterra.

Em comemoração a essa data, é que escrevo este texto, refletindo sobre a importância deste profissional e os sacrifícios que faz por esta profissão.

Desde o início de Setembro, venho acompanhando uma série de grande sucesso nos Estados Unidos chamada Grey’s Anatomy. A série mostra a realidade nua e crua dos residentes de um Hospital Escola que forma Cirurgiões de diversas especialidades.

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Não quero aqui me deter exclusivamente na série, até porque se eu fizesse isso, escreveria por horas e horas, visto que são 12 temporadas com 24 capítulos cada uma delas e eu estou envolvidíssima, a ponto de dormir tarde todos os dias por não conseguir desgrudar os olhos daquelas cirurgias, das histórias dos pacientes e de todas as doenças que conhecemos e daquelas que não conhecemos e a série as retrata muito bem.

Enfim, deixando minha predileção de lado, quero propor uma reflexão acerca dos inúmeros sacrifícios que esses profissionais da saúde fazem, por um único objetivo, salvar vidas.

Você já parou para pensar quantos anos um médico precisa estudar e se dedicar para se tornar efetivamente um bom médico?

Já parou para pensar nas horas e horas de renúncia que ele precisa fazer para estar de prontidão e te atender?

Passou pela sua cabeça que, enquanto você dorme tranquilo em sua cama, dentro de algum hospital um médico pode estar com um paciente deitado em sua maca, entre a vida e a morte. E ele ali, de prontidão, tentando de tudo para salvar a sua vida.

Você pensa quantas horas ele fica sem dormir, atendendo casos e casos de pacientes que chegam para uma emergência?

Pensou que ele pode estar de plantão num hospital, só esperando dar a hora de ir embora para jantar com sua esposa e comemorar aniversário de casamento e de repente chegar um paciente com uma perna quebrada, uma apêndice inflamada, um coração enfartando ou com um rim parando e ele precisa deixar sua vida pessoal de lado para salvar a vida do paciente.

Eu mesma nunca havia refletido sobre essas questões e a série ajudou-me a ter um outro olhar para esses heróis, guerreiros e que lutam dia a dia por nossa saúde e bem-estar.

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E desde então, me arrependi de criticar um médico que, nas madrugadas em que precisei ir a um pronto-socorro, vinha me atender com cara de travesseiro. E eu pensava: “Folgado, dormindo na hora do trabalho.”

Pois é, eles dormem nos plantões sim, 15 minutos, meia hora. Mas não é um plantão de 9 horas, como o nosso dia de trabalho. É um plantão de 36 e até 48 horas.

Portanto, eles têm sim o direito de dormir. Precisam descansar pelo menos alguns minutos, para continuarem dispostos a nos ajudar. Nosso dever é compreender e agradecer por estudarem tanto para nos dar o melhor.

Os médicos são aqueles que salvam às nossas vidas, mas muitas vezes não conseguem salvar a si próprio, nem o seu casamento, o namoro ou o relacionamento com seus filhos.

São tantas horas salvando os outros que esquecem que precisam salvar suas próprias vidas.

Diante disso, aqui vai minha admiração e meu agradecimento a todos os homens e mulheres que dedicam-se cada vez mais na arte de salvar!

Aos Jalecos Brancos que salvam vidas: MUITO OBRIGADA

Abraços Coloridos,

Camila Moreira

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Camila Moreira: Apaixonada por cores, livros, psicologia e brigadeiro. Nas horas vagas é esposa do Cícero, “boadrasta” da Luany e mãe de sua filha canina Anitta, uma sharpei encantadora

 

Camila de L. C. Moreira S. da Silva – Psicóloga – CRP 06/123888

Por que está todo mundo de preto?! Como ajudar uma criança no processo do luto – por Carolina Almeida – Psicóloga CRP 05/47996.

Na coluna Cores da Infância de hoje, a psicóloga Carolina Almeida fala sobre o processo de luto infantil e dá dicas de como ajudar uma criança a enfrentar este período difícil.

Todos nós sabemos que perder um ente querido ou um animalzinho de estimação é muito doloroso, mesmo que a finitude da vida seja algo comum a todos nós se trata de uma vivência muito difícil.

Quando perdemos alguém entramos no processo do luto, esse processo pode acontecer em cinco estágios emocionais, segundo Elisabeth Kubler-Ross.

  • negação: a negação trata-se de um mecanismo de defesa com a finalidade de aliviar o impacto da notícia, mesmo sabendo o que está acontecendo não entramos em contato com o sentimento que a situação causa. Essa fase é aquela em que parecemos estar anestesiados.
  • raiva: quando já entramos em contato com o sentimento doloroso da perda é comum apresentarmos raiva, tentarmos arranjar um culpado (muitas vezes podemos pensar até que nós somos culpados), lembramos das nossas vivências e pensamos que deveríamos ter feito algo diferente.

Nessa fase é comum questionamentos como:

“Mas porque comigo? ”

“Eu deveria ter digo mais vezes que o amava, como fui estúpido! ”

  • negociação: nessa fase começamos a entrar em contato com a perda, mas para que a perda não seja real negociamos (geralmente com Deus).
  • depressão: A depressão é a fase mais delicada, entramos em contato com o fato de a perda ser irreversível, sentimos o “espaço” vazio da pessoa que perdemos e todos os significados e mudanças que essa falta trás para nossa vida. A fase da depressão é uma fase importante para o próximo passo, que é a aceitação. Pois só conseguimos elaborar e ressignificar nossas vivências quanto entramos em contato com elas.
  • aceitação: Última fase do luto. É a fase que aceitamos a perda com paz e serenidade, sem desespero, revolta ou negação. Nesta fase o espaço vazio deixado pela perda é preenchido pelas lembranças positivas e o carinho que teremos sempre por aquela pessoa ou animal de estimação.
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A criança também passa por um processo de luto.

Com as crianças não é diferente, elas também sentem muito a perda de alguém. Para elas o processo do luto pode ser até mais difícil por não terem conhecimento necessário para entender o que está acontecendo.

A criança vivencia a situação, vê o sofrimento dos adultos e mesmo que não consiga elaborar, ela percebe que algo está acontecendo e sente essa situação dolorosa.

Quando nós, adultos, ocultamos a verdade sobre o que está acontecendo ou não deixamos a criança participar, mesmo acreditando que estamos poupando-a, deixamos ela desamparada e confusa.

Ao contrário, a criança deve ter espaço para vivenciar e expressar seus sentimentos.

Devemos acolher as angústias e dúvidas da criança, buscando sempre sermos o mais honesto possível.

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Acolher a criança em suas dúvidas e angústias é o melhor caminho.

Claro, de maneira muito cuidadosa, respeitando o tempo e a condição da criança para entender o que dizemos, cada criança terá os recursos que sua idade permitir para entender essa realidade e significar essa perda, porém excluí-la do processo não é saudável e pode ser extremamente angustiante e prejudicial.

Criar fantasias ou formas muito vagas de explicar pode dificultar o entendimento. Devemos evitar dizer que a pessoa foi viajar, virou estrela ou algo nesse sentido dificulta o entendimento e o processo de luto.

Não devemos forçar sua presença nos rituais como o velório ou o sepultamento, porém dependendo da idade ela pode querer estar presente nesses momentos. É importante respeitar sua vontade, porém explicar o que são e como acontecem os rituais, ficar junto dela para que se sinta acolhida e segura, deixá-la ficar o tempo que desejar e dar espaço para que ela tire as dúvidas que tenha.

Sabemos que perder alguém é algo muito difícil para todos nós, e além de elaborarmos essa perda, é muito importante que tenhamos respeito e amor para ajudar a criança a vivenciar o luto e entender que a morte é um acontecimento natural.

Mas que podemos e devemos nos lembrar da pessoa que faleceu de maneira carinhosa com muito amor e respeito, já que cada pessoa que passa na nossa vida nos deixa sentimentos e aprendizados valiosos. Isso nunca morre e está sempre vivo em nós.

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Manter as lembranças boas da pessoa falecida.

Abraços Coloridos,

carolinadepaula

 

Carolina Almeida:  Psicóloga com especialização em Saúde da Família, apaixonada pela profissão e pelas diversas formas que a Psicologia pode contribuir para a saúde de todos nós.  Idealizadora do Pensando Psi um espaço de troca, apresentando as contribuições da Psicologia no nosso cotidiano, visando à diminuição de conflitos e a promoção de autoconhecimento.

O foco de seu trabalho são as relações familiares, como podemos construir para uma sociedade mais humana e mais saudável, investindo nas relações mais próximas: a família.
Além disso, dedica e valoriza um olhar especial para os pequenos.

Pensando que as crianças de hoje são a sociedade de amanhã!
Portanto ao investir, compreender e fortalecer as relações com nossos familiares, e principalmente com nossas crianças, contribuímos para um presente mais saudável, bem como, para um futuro melhor!

Carolina de Paula Almeida
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Poderosa – O poder do Rosa que inspira o mês de Outubro – por Camila Moreira – psicóloga CRP 06/123888

*por Camila Moreira

Hoje, dia 16/10/2016, por volta das 10h da manhã, aconteceu na Orla da Ponta da Praia da cidade de Santos/SP a 7º Caminhada e 2ª Remada do Outubro Rosa promovido pelo Instituto Neomama, pelo Instituto Avon e pela Prefeitura Municipal de Santos.

Milhares de pessoas, unidas em prol de um objetivo, conscientizar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Concentradas em frente ao Aquário Municipal da cidade, grupos de mulheres de todas as idades, sorriam, tiravam selfies, dançavam animadas, preparando o corpo e o espírito para a caminhada que estava prestes a começar.

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7ª Caminhada e 2ª Remada Outubro Rosa

Pude observar algo em comum no rosto de todas as mulheres presentes, o sorriso fácil, a alegria contagiante e a energia vibrante que emanava de cada uma.

Porém, foi quando a bateria de uma escola de samba começou a tocar, que constatei uma grande verdade da alma feminina: não importa o que aconteça, não importa o que estamos vivendo, os problemas que estamos enfrentando, quando a música toca, o som do pandeiro e do reco-reco contagia o interior. A essência feminina desabrocha e somos levadas a mostrar ao mundo para que viemos.

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Bateria da escola de samba União Imperial

Para festejar!!!!

Festejar a beleza de ser mulher! Festejar o poder de ser feliz! Festejar a alegria de viver!

Era um tal de samba pra lá, sacode pra cá, pula, corre, dança e sapateia. Podia ser velha ou nova; adulto ou criança, mulher e até homem, todos eram contagiados pela energia rosa da mulher que tem poder, que luta e não desiste de buscar a felicidade.

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7ª Caminhada Outubro Rosa – Da esquerda para a direita: Marilza (minha mãe), eu, Cícero (meu marido) e Sol (grande amiga).

Um mar de rosas, cheias de força e poder.

O poder do Rosa. As podeRosas. Fortes, guerreiras, de garra, fibra, que chora sorrindo e sorri mesmo que chorando.

Esse é o poder do Rosa que inspira o mês de Outubro e nos motiva a continuar lutando pela saúde, pela vida e pelo amor.

Abraços Rosas,

Camila Moreira

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Camila Moreira: Apaixonada por cores, livros, psicologia e brigadeiro. Nas horas vagas é esposa do Cícero, “boadrasta” da Luany e mãe de sua filha canina Anitta, uma sharpei encantadora

 

Camila de L. C. Moreira S. da Silva – Psicóloga – CRP 06/123888